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Sabia que uma Moto pode ser paga em até 36 vezes no cartão?

Manaus – O aumento da oferta de crédito por parte do sistema financeiro tem permitido aos consumidores comprar Motos no cartão de crédito com parcelas de até 36 meses, afirmou o presidente da Associação Brasileira dos Fabricanrtes de Motocicletas, CicloMotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Marcos fermanian.
O cenário favorece o Polo Industrial de Manaus (PIM), que concentra 95% da produção de Motocicletas do País. “Há um ano isso era algo impensável”, disse o executivo, que afirmou que, mesmo antes da crise, as compras de Motos no cartão de crédito tinham parcelas de no máximo 12 meses.

O executivo ressaltou que adquirir uma Moto por meio do cartão de crédito, e não pela contratação de um financiamento, tem a vantagem de não alienar o veículo, ou seja, não deixa-lo como garantia em caso de não pagamento.
“É claro que isso representa um risco maior para quem empresta, mas isso (a modalidade do cartão de crédito) tem sido oferecido a clientes que têm uma condição melhor”, disse Fermanian.
Fermanian afirmou ainda que o movimento reflete a queda das taxas de juros e o maior apetite das instituições financeiras em oferecer crédito.
“Os bancos tradicionais, os bancos digitais e as fintechs têm conseguido trazer para o mercado aquele consumidor que antes estava à margem”, disse o executivo da Abraciclo.
Expectativas
Mesmo estimando um crescimento menor em 2020 de 6,1%, em relação ao crescimento de 2019 (6,7%) nas vendas, a Abraciclo comemora o atual momento do setor.
Abraciclo destaca que o segmento terá mais um ano de expansão em 2020. “Os motivos para um novo crescimento são o aumento da confiança do consumidor, maior oferta de crédito, lançamento de novos produtos com tecnologias mais avançadas e evolução na demanda por veículos de duas rodas para mobilidade”, disse o presidente da associação, Marcos fermanian.
Após expansão de 14,6% nos licenciamentos em 2019, a Abraciclo prevê expansão de 5,8% em 2020. O mercado, portanto, que terminou o ano passado com 1,077 milhão de unidades vendidas no varejo, fecharia 2020, pela previsão da associação, com a venda de 1,14 milhão de unidades.

 

FONTE: D24 - AM
DATA: 26/01/2020

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